segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Práticas e modelos A.A. das BE - 2

Sessão 1

Partindo da leitura dos textos fornecidos e do conhecimento da biblioteca escolar que dirige, perspective a sua situação identificando pontos fortes, fraquezas, oportunidades e ameaças e desafios principais que o professor bibliotecário e a biblioteca escolar enfrentam no contexto da mudança.



A auto-avaliação da Biblioteca Escolar é muito importante e foi um passo crucial para a valorização da mesma.


No ano transacto, apliquei na Biblioteca Escolar, da qual sou coordenadora, o modelo de auto-avaliação implementado pela RBE e foi graças a ele que a equipa tomou consciência dos pontos fortes e fracos da mesma e apontou acções de melhoria. Foi também com base nessa auto-avaliação que a Biblioteca Escolar definiu o Plano de Acção para os próximos quatro anos e as actividades a desenvolver para cumprir os pressupostos apresentados no referido Plano.


Não podemos esquecer que se trata de um modelo de auto-avaliação; ninguém vem avaliar os nossos serviços ou o nosso trabalho; somos nós, através das evidências que vamos recolhendo que verificamos, concluímos onde estamos a falhar e onde estamos a agir correctamente.


Essa auto-avaliação permite-nos reorientar o nosso trabalho de forma a prestarmos bons serviços a todos aqueles que recorrem ao espaço da Biblioteca Escolar.


A tarefa 1 da Formação "Práticas e modelos de auto-avaliação das Bibliotecas Escolares seguiu também esse mesmo caminho e o facto de ter implementado, no ano anterior, o modelo, facilitou a realização da mesma.


Este modelo dá muito trabalho, não é tarefa fácil, e a análise dos resultados dos questionários e das evidências é difícil, trabalhosa, mas, no final, sentimo-nos compensados, pois temos uma concretização do nosso trabalho desenvolvido, da forma como ele é visto pelos alunos e pelos colegas.



a) Comentário da colega Maria de Jesus Geraldes

O trabalho da colega Manuela Silva reflecte de forma clara a Biblioteca Escolar (B.E) em que está a trabalhar.

Os aspectos que refere relativamente às “Competências do Professor Bibliotecário”, baseados nos textos da bibliografia indicada, são pertinentes para um bom desempenho desta função, cada vez mais exigente.

Verifico que os recursos da sua escola estão centrados na B.E, o que é uma mais-valia. Tem ainda a vantagem de estar a trabalhar com uma equipa empenhada, com formação em bibliotecas escolares.

O trabalho de “Gestão da colecção” encontra-se em dia, com uma colecção adequada em quantidade e qualidade, o que lhe dá disponibilidade de tempo para desenvolver melhor outras áreas de trabalho.

A B.E descrita parece ser um espaço de conhecimento e aprendizagem onde os alunos recebem apoio personalizado. Ali ocorrem ainda, reuniões entre o professor bibliotecário e os responsáveis das áreas científicas o que, no nosso caso, se encontra em fase de implementação.

Relativamente à ”Formação para a leitura e as literacias”, concordo com as observações descritas pela colega, no sentido em que as actividades referidas não podem ser realizadas sem o apoio e colaboração mais activa dos professores de Língua Portuguesa. Deparo-me igualmente com a falta de disponibilidade dos docentes que têm planificações anuais para cumprir rigorosamente e exames para preparar (Provas de Aferição e Exame do 9º ano, designadamente).

No ponto “B.E e novos ambientes digitais” a biblioteca descrita parece estar correctamente e suficientemente apetrechada. O mesmo não acontece na nossa B.E ainda mal equipada a nível das novas tecnologias, por falta de verbas.

A leitura do trabalho realizado pela colega foi inspirador no sentido em que, ao ter focado alguns aspectos que não referi, me dei conta da sua relevância.

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